A moda vive em um vai e vem de conceitos. O que uma hora era extravagante, em outro momento se torna elegante. A altura da cintura das calças muda a cada setênio e qualquer dia as ombreiras voltam a ser aceitáveis. No futebol não é diferente. A partir dos anos 80 os designers de equipamentos esportivos partiram em uma jornada psicodélica que rendeu uniformes extravagantes e multicoloridos. Como uma boa viagem de ácido, esse processo terminou em uma ressaca de sobriedade, promovendo anos de uniformes minimalistas, experiências com tons pastéis e motivação retrô. Aos poucos esse minimalismo foi sendo abandonado, com o retorno gradual de pequenos detalhes, texturas quase invisíveis, até chegarmos ao momento atual de uniformes complexos e impossíveis de serem desenhados por uma criança. O que no fim das contas é o que define se um uniforme é bom ou não. Se uma criança não consegue desenhar ele, é porque a camisa é uma porcaria. Na copa de 2026 podemos observar duas grandes tendências que r...
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