Cachorra, galinha, piranha, vadia, biscate, vaca, meretriz. Vocês sabem o que isso significa. Quando se chama uma mulher por esse nome, você quer chamar de puta. Mas, puta é meio pesado, então você chama de galinha.
Já estamos tão acostumados com isso, que nem prestamos atenção e nem queremos saber o porque de chamamos alguém por esse nome. E ah, que fique bem claro. As prostitutas não são galinhas. Quando queremos dizer que uma mulher tem atitudes de uma prostituta é que nós a chamamos de galinha.
Eu também não quero saber o porquê que começaram a chamar as mulheres com esse comportamento assim. Mas sim, fazer uma pequena reflexão.
Piranha: Tudo bem. Piranhas caem em cima de qualquer coisa que elas vêem balançando. Faz sentido.
Galinha: Pessoas com as quais conversei sobre o assunto me disseram – “já viu como galinha faz sexo? Não? Então, a galinha tá lá paradona, ciscando, comendo agachada. O galo vem por trás, e em uns três segundos faz o serviço. É o cúmulo da rapidinha”. Ou seja, a galinha é uma coitada que é rapidamente coitada e nem tem culpa nenhuma.
Vaca: Oras, veja bem esse animal.
Veja de novo.
Mais uma vez.
Você imagina que esse pobre, pacato e singelo bicho tenha um comportamento tão indigno assim?
Cachorra: A cadela entra no cio a cada seis meses mais ou menos. Nessa época ela solta feromônios que chamam a atenção do macho. Ok, ela faz de tudo pra chamar a atenção do macho, mas depois disso vários machos ficam seguindo e cheirando suas partes íntimas. E depois do ato ela ainda anda enganchada na rua com os outros machos. E coitada, ela também não tem culpa. É uma coisa da sua natureza animal.
Mulher de vida fácil: Esse é o mais inexplicável. “Ah, é fácil ficar dando pra ganhar dinheiro”. Agora, imagine que ela faça programa com 3 caras numa noite. O primeiro é o Zé que não toma banho, depois o Ludson que é meio violento com mulheres, e no final o Mackson que tem fetiches estranhos. Se isso é fácil, imagina o difícil.
Agora, se você procurar a questão semântica das coisas, procure no blog do Professor Pasquale. Ou talvez no Twitter dele.
Falando em Twitter, o CH3 agora tem um também. http://twitter.com/blogchtres, atualizado diariamente pelo Pai Jorginho de Ogum. Sigam-nos, os bons.
Já estamos tão acostumados com isso, que nem prestamos atenção e nem queremos saber o porque de chamamos alguém por esse nome. E ah, que fique bem claro. As prostitutas não são galinhas. Quando queremos dizer que uma mulher tem atitudes de uma prostituta é que nós a chamamos de galinha.
Eu também não quero saber o porquê que começaram a chamar as mulheres com esse comportamento assim. Mas sim, fazer uma pequena reflexão.
Piranha: Tudo bem. Piranhas caem em cima de qualquer coisa que elas vêem balançando. Faz sentido.
Galinha: Pessoas com as quais conversei sobre o assunto me disseram – “já viu como galinha faz sexo? Não? Então, a galinha tá lá paradona, ciscando, comendo agachada. O galo vem por trás, e em uns três segundos faz o serviço. É o cúmulo da rapidinha”. Ou seja, a galinha é uma coitada que é rapidamente coitada e nem tem culpa nenhuma.
Vaca: Oras, veja bem esse animal.



Cachorra: A cadela entra no cio a cada seis meses mais ou menos. Nessa época ela solta feromônios que chamam a atenção do macho. Ok, ela faz de tudo pra chamar a atenção do macho, mas depois disso vários machos ficam seguindo e cheirando suas partes íntimas. E depois do ato ela ainda anda enganchada na rua com os outros machos. E coitada, ela também não tem culpa. É uma coisa da sua natureza animal.
Mulher de vida fácil: Esse é o mais inexplicável. “Ah, é fácil ficar dando pra ganhar dinheiro”. Agora, imagine que ela faça programa com 3 caras numa noite. O primeiro é o Zé que não toma banho, depois o Ludson que é meio violento com mulheres, e no final o Mackson que tem fetiches estranhos. Se isso é fácil, imagina o difícil.
Agora, se você procurar a questão semântica das coisas, procure no blog do Professor Pasquale. Ou talvez no Twitter dele.
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