quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Força Militar contra a Dengue

Alguns grupos da sociedade consideram que os militares são a solução para todos os problemas do país. Se tivéssemos mais soldados na política, na Justiça, no trânsito ou no meio de campo da seleção brasileira, menos problemas e aborrecimentos nós teríamos.

Não é a toa que entre as suas muitas atribuições, o exército tem sido utilizado no combate ao mosquito da dengue. Infelizmente, não é aquele combate que nós imaginamos. Na verdade, o grupo de homens camuflados perambula por aí destruindo possíveis focos e atuando como covers de agentes de saúde. Seria muito melhor se os militares combatessem a dengue da melhor maneira que eles sabem atuar: com o uso da força bruta.

O principal problema da dengue é que a maioria dos focos do mosquito está dentro da casa das pessoas. De nada adianta as matérias no jornal, as campanhas educativas, os doentes que agonizam até a morte. Uma parte da população continua acumulando lixo no quintal, permitindo a proliferação do Aedes aegipty e bradando que o governo não faz nada para acabar com a dengue.

O Bope poderia resolver o problema ao melhor estilo Bope. Um helicóptero da polícia militar poderia sobrevoar os bairros e ao avistar um terreno com muito lixo, caixas d'água destampadas, vasos de planta com água acumulada - acredito que o Bope tem binóculos poderosos para enxergar isso, uma operação seria desencadeada. O caveirão chegaria até a rua do incidente. Homens de preto e fortemente armados andariam próximos ao muro e invadiriam a casa.

Em poucos segundos os focos seriam destruídos, os responsáveis seriam presos e sob tortura iriam confessar onde estão os outros focos. Acredito que em um dia um bairro inteiro poderia ser limpo. Quem tentasse interromper o trabalho e não colaborasse seria apagado.

Nos casos mais difíceis, homens poderiam saltar de paraquedas, já atirando, é claro. O Exército também poderia ajudar. Caças Mirage sobrevoariam e disparariam bombas contra focos muito grandes e onde houver resistência dos moradores. Se o Brasil desenvolver a tecnologia da bomba atômica (ainda há tempo, Enéas), não descarto a utilização de uma. Com uma bomba de potência média, todos os focos do mosquito da dengue seriam destruídos em um raio de 15 km, assim como o número de pessoas suscetíveis a doença iria cair de maneira radical.

A experiência bem sucedida poderia gerar um filme, um Tropa de Elite 3, quem sabe. O inimigo agora é outro. Numa cena final épica, soldados do bope saiem a rua com fumacês e derrotam os mosquitos.

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