Esportes Olímpicos: Vôlei

Vôlei é um esporte cheio de pulos, cortes, sacadas e tapinhas na bunda.

O vôlei é um esporte comumente associado à prática do homossexualismo, viadagem, baitolagem, boiolice, ou como você preferir. Uma associação aceitável. Afinal é um esporte cheio de caras altos, fortes, com camisas regatas que a cada ponto conquistado comemoram se abraçando e dando tapinhas na bunda. Certo, isso às vezes acontece no futebol. Mas, um time, vai lá, faz em um bom dia cerca de quatro gols. No vôlei não, são necessários pelo menos 75 pontos, ou 75 tapinhas na bunda para ganhar a partida. E como se não bastasse os caras se cumprimentam até quando perdem o ponto.

O cartunista Allan Sieber e o surtado gaúcho Eduardo Peninha Bueno odeiam o voleibol. Peninha abomina qualquer esporte praticado com as mãos. Já Sieber diz “Eu odiava a porra do vôlei. Até hoje acho o esporte com bola mais idiota do planeta, jogado pelas pessoas mais idiotas do mundo”. Alias, certa vez neste blog foi publicado um desenho de Allan sobre o assunto. Lá em junho ou julho de 2006. Se quiserem ver, procurem. Ou, cliquem no marcador de outros esportes, aqui embaixo. Eu não to a fim de procurar esse post.

Mas certo, o CH3 não odeia o vôlei tanto assim. Sim, consideramos que o vôlei é um esporte em certo ponto patético, mas admiramos bastante o vôlei feminino. Escolas como a russa, holandesa e italiana são muito belas. Inclusive a atual seleção brasileira é das melhores que já vestiu nossa camisa. Sheila, Jacqueline, Paula Pequeno e Carol Gattaz. Uma seleção de respeito.

E tá, nós até admiramos a atual seleção masculina por conta do Bernardinho. Antes o Brasil sempre perdia para a Itália, EUA, Sérvia & Montenegro, ou até mesmo para a Argentina, por falta de confiança. Nossos jogadores ganhavam de todo mundo, mas quando chegavam à final viam que aqueles caras falavam outros idiomas, usavam ternos e perfumes importados, e, humilhados, eram atropelados.

Bernardinho acabou com essa porra. Chegou botando moral naquele caralho daquele time. Falou que ali ninguém era viado não e botou pra fuder com todo mundo naquela porra. Jogadores que antes eram viadinhos como Giba, André Heller, Dante e Gustavo, se transformaram em discípulos de Stallone Cobra. Sim, Bernardinho é um mito.

Mas, depois de tanta enrolação, falemos logo do esporte e de sua trajetória olímpica.

O Vôlei foi inventado por um professor de Educação Física. Ele tinha apenas um único objetivo que era o de dar algo para as meninas fazerem durante suas aulas. Era fácil, meninos vão pro futebol e meninas vão pro vôlei. Eventualmente os viadinhos iam jogar de levantador no time feminino. No começo, a rede era feita com as meias-calças do professor.

As leis então se transformaram nas mais complicadas do planeta. Há um limite de três toques por posse de bola de cada equipe, sendo que quando está sendo configurado o bloqueio, os toques não contam. Um jogador não pode tocar duas vezes seguidas na bola, nem mesmo pode conduzi-la. Existe uma linha na qual não se pode pisar. E existem seis juízes na partida. Sendo que um está lá apenas para fiscalizar as comemorações. Ainda existe o líbero, que é um cara que fica tomando bolada o jogo inteiro e fica revezando de posição com um dos dois meios-de-rede. Além do levantador, que vez ou outra inverte de posição com o oposto.

Durante muito tempo o vôlei foi marginalizado. Tanto que ele só foi aparecer nas Olimpíadas em 1964, nos jogos de Tóquio. As potências eram os países comunistas e o Japão. Os comunistas por que... Oras, vocês devem ter visto Rocky para saber como eles eram preparados. Já os japoneses, é algo inexplicável. Mas muito provavelmente, não era preciso ser muito alto para jogar naquela época. Além é claro do fato dos japoneses adorarem vôlei. Até hoje eles dizem vooooooooleeeeeei em conversas do MSN, para demonstrarem toda a sua felicidade.

Só em 1984, devido ao boicote do bloco comunista, é que um país capitalista e não japonês ganhou alguma coisa. Foram os Estados Unidos que ganharam justamente em cima do Brasil, com sua lendária geração de prata. Isso no masculino, porque no feminino até hoje só ganhou japonês ou comunista.

Finalmente em 1992 o Brasil ganhou seu ouro Olímpico no vôlei masculino. Façanha repetida em 2006 com o Bernardinho. Estatísticas mostram que a cada 100 torneios disputados o time dele ganha 103. Até quando ele perde, é apenas uma maneira de sacanear os adversários, para que estes achem que será possível derrotar o Brasil futuramente. Já no feminino o Brasil ganhou dois bronzes, mas sempre perde para Cuba. Mas aí é por medo mesmo.

E desde 96 é disputado o vôlei de praia. Cujo único objetivo é mostrar em close as meninas tirando areia da calcinha.

Neste ano Jorginho de Ogum aposta em uma medalha de ouro no vôlei masculino, bronze no feminino. Na praia ele não aposta nada não.

Comentários

Gressana disse…
Rapaz, a seleção russa é boa mesmo hein.
Faz até valer a pena esse esporte ter sido inventado.
LIVINHA disse…
O Gustavo não é viadinho...
Anônimo disse…
NOSSA ESTAVA PENSANDO QUE ERA 5 QUE COISA CHATA