Agradecimentos gerais específicos

Ou: SACH3, diminutivo escroto para o Serviço de atendimento ao Chnauta.

Aqui no CH3, em seus quase um ano e oito meses de vida (o período de duas gestações) passamos por muitas fases. No começo nossos amigos viam o blog. Então nossos amigos cansaram e ninguém via o blog. Começamos a mandar e-mails com nossas atualizações, e alguns outros amigos passaram a ver o blog. Aí, cansaram um pouco, mas as buscas no Google passaram a ser nossa principal fonte de visitas. Em geral, de tarados. Podemos calcular que 1/3 dos visitantes de CH3 o fazem com ereções.

Já recebemos visitas de muitos lugares. Desde os EUA até o Japão. Da Turquia ao Senegal. Claro que a maior parte dessas visitas é do Brasil. E mais especificamente de Cuiabá. Mas de Belém a Bagé, de Porto Velho a João Pessoa, 94 cidades brasileiras já nos viram. E o Google, aumentou o número de cidades, e também de visitantes.

No geral, quem comenta em CH3 são as pessoas de sempre. Algumas com mais freqüência, outras mais esporadicamente. Algumas anonimamente.

Essa longa introdução foi basicamente para isso. Chegar até os comentários anônimos. No começo recebíamos muitos comentários anônimos, mas eram de pessoas em inglês elogiando o nosso layout. Ou seja, eram vírus. Mas, recebemos recentemente três. Um era no horóscopo de muito tempo atrás, a pessoa dizia que “voçês baqtem muito mal tá!ganhem juizinho....que treta essa a vossa.....”. Belas palavras, que talvez nos ajudem, quando resolvermos fazer.

Mas quem nós gostaríamos de agradecer é a Emmanuelle. Sim, ela mesmo, dos filmes do cine prive da Bandeirantes, que fez tantos de nós ficarmos acordados até mais tarde nas noites de sábado. Para quem não sabe, porque assistia aos filmes no mudo, Emmanuelle foi escolhida para ser a reencarnação de todas as mulheres do planeta, porque ela tinha o coração puro. Sim, era sobre isso que aqueles dois velhos ficavam conversando no avião.

Pois então, Emmanuelle visitou nosso blog. Primeiro no post sobre fetiche por balões, ela disse Interessante este fetiche; não achei algo bizarro... tem coisas mais estranhas, como algemas, velas, prendedores, roupa de enfermeira... rsrs. Certamente vou experimentar, afinal, quem não gosta de uma "putaria" não é Guilherme?!” e depois no post sobre fetiche por pés, ela continuou “Será que esse pessoal não tem nenhuma fantasia??? Parem de ficar querendo dizer o que é, e o que não é normal gente!!! Ou adotem a vida monástica... rsrs. Abraço a todos; Libertem-se dos preconceitos, ok.”. Apesar de no começo ter ficado meio assustado, principalmente com a direção de suas palavras a minha pessoa, logo compreendi que era Emmanuelle. Ela tentava libertar todas as pessoas sexualmente, fazia sexo com Japoneses, mulheres e uma banda inteira de rock. E, sendo ela a reencarnação de todas as mulheres do mundo, ela podia ser qualquer uma mulher, então, ela é uma anônima.

Reunimos então a Equipe de CH3 para discutir o assunto. Com o apoio de Hanz, o pansexual, fomos todos experimentar a vida, seguindo os sábios conselhos de Emmanuelle. Vinicius foi experimentar o fetiche por pantufas, que há muito tempo já lhe interessava, Hanz foi curtir o sexo com anéis de lata, Pai Jorginho está num momento feliz com chicletes de amora, Cão Leproso descobriu o fetiche por sovacos, Marcão conheceu todas as mulheres com dentadura de Cuiabá, Guilerme foi participar de rodas punks no Caverna’s bar, e eu comprei um estoque de Boinas Catalãs. Tackleberry achou melhor esperar por outro fetiche, porque convenhamos, nem a Emmanuelle pegava alguém com Lábios Leporinos.

Agora somos todos muito felizes, e agradecemos a Emmanuelle por isso. Continue visitando nosso blog, e dando suas sábias dicas. Bem, se resolver conhecer um de nós, que não venha com aqueles sensores de alienígenas.

Comentários

J. Tomaz disse…
... e viva a Emmanuelle!!!!
Thiago Borges disse…
qué isso hein!!! então era essa a estória do filme, hsuahsuah
Schneider disse…
Madrugadas de sábado... a gente era feliz e não sabia.
Não gastava tanto dinheiro com cerveja, não corria o risco de bater o carro, não adquiria essa famosa "barriguinha de chopp", praticava exercícios físicos e ainda vivia a tensão de ser surpreendido na sala na hora do crime...
Bons tempos!
Carlo Gressana disse…
Eu sou uma pessoa mais feliz hoje.
Não só porque conheci a história da Emanuelle, mas principalmente por ter descoberto o fetiche por pantufas.
E como o Schneider disse, a gente era feliz e não sabia. O que nossos filhos vão ser sem a Emanuelle?
É por isso que eu agradeço a ela por seu trabalho e fico honrado com sua ilustre visita a nosso humilde blog.